Aew! Tirei finalmente a minha carteira de morotista.
Estranha era a minha paz nas horas que antecederam a prova.
Bem, na verdade poucas coisas poderiam ser piores do que o livro que eu estava lendo. E a minha situação não era uma delas. Definitivamente não. Talvez isso tenha tirado minha atenção do meu próprio nervorsismo, que se [...]
Arquivo de Outubro, 2007
Eu contra o sistema, o desafio final…
Posted in Albergue de Palavras on Outubro 25, 2007 | Leave a Comment »
Moedas…
Posted in Albergue de Palavras on Outubro 11, 2007 | Leave a Comment »
Parando para analizar minhas atitudes, percebo que sou a pessoa mais antagonica que conheço.
Difícil é adimitir que muitas vezes não sei que lado de mim fala mais alto. É como se fossem exatamente os dois lados de uma mesma moeda: um lado é racional, prático, forte… e o outro emotivo, vulnerável.
Pois creio que só [...]
Filhos de pais separados: A nova estrutura da família brasileira
Posted in Faculdade on Outubro 8, 2007 | 1 Comentário »
Enquanto motivos para conflitos entre casais aumentam, os filhos perdem o contato ideal com os pais
______O crescente número de relações pouco duradouras tem gerado uma conseqüência drástica no que diz respeito à estrutura da família. Atualmente poucas são as famílias onde se encontra pai, mãe e filhos vivendo em harmonia sob o mesmo teto.
______Não apenas [...]
A verdadeira “revolução social da música”
Posted in Faculdade, enlarge your word... on Outubro 3, 2007 | Leave a Comment »
______Poucos imaginavam que a internet cresceria tanto e se tornaria uma mídia tão importante para o século XXI. Como reflexo disso, é possível perceber mudanças na forma de as pessoas agirem.
______Quando se tem em mente uma ferramenta que quebra fronteiras como a internet faz, tudo se torna possível. Inclusive pessoas de culturas absolutamente diferentes descobrirem, [...]
Sobre nada
Posted in Albergue de Palavras on Outubro 1, 2007 | Leave a Comment »
Quanto mais eu vivo, mais percebo que a realidade é a coisa mais louca que pode nos acontecer. Quanto mais eu compreendo a realidade, mais acredito que nós fazemos dela o que nós queremos. Quanto mais eu me torno sujeito do desemrolar da minha própria realidade, mais eu acredito que a vida é um sonho. [...]